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Esclerose
Cientistas conseguem curar esclerose múltipla em ratos

Uma equipa de cientistas norte-americanos conseguiu, pela primeira vez, curar a esclerose múltipla em ratos, ao criar um novo medicamento que estimula as chamadas células T, um tipo de glóbulos brancos que está relacionado com as doenças auto-imunes.
Como noutras doenças deste grupo, em que o sistema imunitário tem uma reacção desajustada provocando a destruição de células ou tecidos do organismo, a esclerose múltipla caracteriza-se pela destruição da mielina, a substância que protege os axónios (as terminações longas dos neurónios).
Em todo o mundo, esta doença afecta mais de um milhão de pessoas, sendo as mulheres jovens e de origem norte-europeia as mais afectadas.
Apesar de o avanço agora conseguido por esta equipa de cientistas, um medicamento para humanos está ainda longe de ser comercializado. Mas é já um começo!


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