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Pegada
Pegada humana para os oceanos

Já ouviste falar da Pegada Ecológica? Trata-se de uma forma de medir o impacto das actividades humanas no planeta Terra: quanto maior for o seu tamanho, maior a quantidade de recursos que estamos a consumir.
Desta vez, uma equipa internacional de cientistas quis medir o impacto da acção humana nos oceanos. Para tal, realizou um grande estudo cujos resultados foram recentemente publicados na revista Science.
As conclusões dão que pensar:
- apenas 4% do mar permanece intacto;
- as regiões mais afectadas são as das Caraíbas, mar do norte e mar do Japão;
- as regiões mais bem conservadas são as polares.

Os problemas ligados aos oceanos são já conhecidos desde há muito e incluem pesca excessiva, poluição, aumento da temperatura da água ou destruição dos corais. O que este atlas traz de inovador é que, a partir de agora, será possível conhecer em que ponto preciso dos oceanos existem estes problemas.

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Eclipse
Vem aí um eclipse!

Na noite de quarta para quinta-feira, o céu brinda-nos com mais um espectáculo astronómico: um eclipse total da Lua, fenómeno que ocorre quando a Terra se atravessa entre o Sol e seu planeta satélite.
O eclipse pode começar a ser observado a partir das 00.35h (hora de Lisboa), mas se o quiseres ver na sua fase máxima, quando a Lua se tinge de um tom avermelhado, vais ter de te aguentar acordado até às 03h52 minutos!
Este eclipse ocorrerá em condições particularmente boas para ser observado, uma vez que a Lua cheia se encontrará num ponto alto do céu.

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Diana
Aluna da UTAD ganha prémio da UNESCO

Chama-se Diana Carvalho, tem 20 anos e é aluna finalista do Curso de Comunicação e Multimédia da Universidade de Trás-os-Montes (UTAD).
Soubemos esta semana que foi ela a vencedora portuguesa do prémio da UNESCO relativo às celebrações do Ano Internacional do Planeta Terra.
Apesar de não ser da área de ciências, Diana venceu este concurso com um filme de sensibilização de três minutos que mistura desenhos com imagens reais, e que pretende ser um grito de alerta para as gerações mais novas.
Esta iniciativa da UNESCO tem como objectivo sensibilizar o mundo para o papel das Ciências da Terra na construção de um planeta mais seguro e saudável (foto: CiênciaHoje).

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Vaivem
Vaivém Atlantis já chegou ao seu destino

A bordo levava sete astronautas e o seu destino era a Estação Espacial Internacional (ISS). Após 48 horas a percorrer o espaço, o vaivém de origem norte-americana Atlantis chegou ao seu destino são e salvo, numa viagem que representa um marco para a ciência espacial europeia.
A Atlantis transportou até à ISS o laboratório europeu Columbus que passará a estar integrado nesta estação e permitirá realizar experiências importantes nas áreas da Biotecnologia e da Medicina (foto: NASA).

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Dino
Interessas-te por dinossauros?

Uma equipa de investigadores está a tentar perceber que tipo de plantas comeriam os dinossauros para conseguirem atingir os tamanhos gigantes que as próprias leis do reino animal dizem ser impossíveis.
Os cientistas criaram em laboratório uma espécie de estômago artificial, onde colocaram uma amostra de suco digestivo artificial e vários tipos de plantas e ervas. Algumas destas plantas, como a cavalinha ou o gingko, podem ter feito parte da dieta dos dinossauros porque já existiam há mais de 200 milhões de anos. Entre outras conclusões, os cientistas explicam o tamanho dos dinossauros pelo seu metabolismo muito lento.

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Colestrol

Identificada bactéria capaz de “devorar” colesterol

 Não comecem já a comer batatas fritas! Mas há uma notícia positiva relacionada com o colesterol...
Um grupo de cientistas do Instituto Nacional de Pesquisa Agronómica de França identificou, pela primeira vez, uma bactéria do tubo digestivo capaz de transformar o colesterol num produto que pode ser eliminado pelas vias naturais. Chamaram-lhe “ Bacteroides dorei Strain D8” e pensam poder vir a usá-la no tratamento de doentes de risco que apresentem níveis de colesterol muito elevado.
Para quem não sabe ou não se lembra, o colesterol é uma molécula fundamental ao funcionamento do organismo (entra, por exemplo, na composição de algumas hormonas), mas que em excesso se torna nociva. Quando praticamos uma alimentação rica em gorduras saturadas (presentes em algumas carnes, queijos, manteiga, enchidos, natas, etc.), o colesterol começa a depositar-se nas paredes dos vasos sanguíneos, aumentando os riscos de doenças coronárias.


Ilustração: Bernardo Carvalho

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Gripe
Estará explicado o mistério de tantas gripes no Inverno?

Talvez já esteja explicado porque é que o vírus da gripe ataca mais nos meses frios: uma equipa de investigadores norte-americanos publicou um estudo na revista “Nature Chemical Biology” explicando que o vírus da gripe está envolto numa capa constituída por moléculas de gordura que, com o frio, solidifica e se torna mais dura. Com esta capa resistente, o vírus está mais protegido e consegue manter-se vivo fora do corpo humano, aumentando assim as hipóteses nos infectar.
Um outro cientista (especialista em virologia) já veio afirmar que este estudo não resolve totalmente o mistério das gripes, uma vez que as áreas tropicais (com temperaturas muito altas) são muitas vezes atingidas por surtos de gripe.
A prova de que, em Ciência, uma resposta gera sempre novas perguntas...

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Material futuro
Sem dúvida, um material do futuro

E se a sola das tuas sapatilhas se estragasse... e se “auto-reparasse” logo de seguida? Em breve tal vai ser possível!
Uma equipa de cientistas franceses apresentou há poucos dias, na revista Nature, uma matéria elástica que depois de cortada é capaz de recuperar a sua forma e elasticidade, sem a ajuda de cola ou de qualquer outro material.
Esta substância quase mágica (não é magia, é ciência!) foi criada a partir de um ácido gordo de origem vegetal e é composta por pequenas moléculas que constroem uma espécie de rede supra molecular.
As aplicações deste novo material podem vir a ser as mais variadas, desde brinquedos, a peças de automóvel ou tecidos... e o mais incrível é que “o processo de ruptura e reparação pode ser repetido numerosas vezes”, segundo as palavras de um dos cientistas envolvidos.

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Antartida
Descobertas novas espécies (assustadoras!) no fundo do mar da Antártida

Uma expedição australiana descobriu recentemente um grande número de novas espécies marinhas, a dois quilómetros de profundidade, no mar da Antártida.
Os cientistas perscrutaram uma grande área de fundo marinho (equivalente a metade de Portugal) na qual encontraram verdadeiras surpresas: dos 1500 animais recolhidos, estima-se que 10% correspondam a espécies novas.
A identificação ainda está a decorrer, mas os cientistas já foram adiantando que se depararam com seres verdadeiramente estranhos: "Recolhemos enormes vermes, crustáceos gigantescos e aranhas marinhas do tamanho de pratos de jantar".
Esta expedição faz parte de um projecto internacional para localizar novas formas de vida no Antárctico e estudar o impacto das alterações climáticas no fundo do mar.

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Energia
Portugal já tem Plano para a Eficiência Energética

Foi apresentado no final da semana passada o Plano Eficiência 2015 que tem como meta a diminuição em 10% do consumo total de energia em Portugal até ao ano 2015.
Entre as medidas que fazem parte deste plano encontram-se as novas regras relacionadas com impostos verdes (por ex. pagam menos impostos, os carros que consomem menos combustível), incentivos para a produção de energia pelos próprios consumidores (recorrendo a aerogeradores próprios ou a painéis solares para aquecimento das águas domésticas), a aposta na construção eficiente ou a substituição de electrodomésticos pouco eficientes.

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Sementes
Inauguração do Banco Global de Sementes

Já lhe chamaram “Arca de Noé das sementes agrícolas” e a razão não é para menos. O Banco Global de Sementes de Svalbard, construído no interior de uma montanha gelada da ilha norueguesa com o mesmo nome, foi inaugurado com uma colecção inicial de 250 mil sementes, mas a sua capacidade é seis vezes superior.
Ao contrário de todos os outros bancos de sementes do mundo, o Banco de Svalbard não é regional ou nacional, mas sim global, e pretende ser uma memória universal dos dez mil anos de actividade humana agrícola.
Para além de memória, este banco facilitará o restabelecimento da agricultura do futuro em caso de uma catástrofe, e servirá, sobretudo, como um arquivo de segurança, permitindo, por exemplo, repor uma espécie em extinção no seu país de origem.

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Lagarto
Um penso cirúrgico inspirado... nos lagartos

Os cientistas do MIT (Massachusetts Institute of Technology) foram buscar inspiração aos gecos (uma família de lagartos) para criar um novo penso cirúrgico. A superfície deste novo penso é feita de uma borracha biológica que tem o mesmo tipo de microestruturas adesivas que permitem aos lagartos escalar superfícies verticais. Sobre esta microestrutura, os cientistas colocaram uma fina camada de cola (à base de açúcar), que permite que o penso adira a uma superfície molhada, podendo, assim, fixar-se aos órgãos que foram submetidos a tratamento.
A grande vantagem é que depois de uma operação, este penso não precisa de ser removido, uma vez que é biodegradável. Fantástico!

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Material futuro
Identificada região do cérebro responsável pelo instinto maternal e paternal

De onde vem o instinto natural dos pais e das mães para protegerem os filhos? Do cérebro, claro...
Uma equipa de investigadores da Universidade de Oxford (Reino Unido) localizou uma área do cérebro, mesmo por cima dos olhos, que é activada quando um adulto vê uma criança, despertando nele a necessidade de a proteger.
Para chegarem a estas conclusões, os cientistas analisaram a actividade cerebral de um grupo de voluntários durante o visionamento de imagens, concluindo que, assim que surgiam imagens de crianças, se observava uma grande actividade nesta região cerebral.
Até agora, o instinto de protecção era explicado por várias teorias: uma delas, de Darwin, afirma que esta vontade de proteger os mais novos se desenvolveu à medida da evolução humana, para assegurar a continuidade da espécie... o que também tem a sua lógica!

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transito
Como nascem as filas de trânsito?

 Já te deve ter acontecido, numa viagem de carro, formar-se uma fila enorme sem razão aparente. Serão obras na estrada mais adiante? Um acidente? Milhares de pessoas que saíram todas de casa no mesmo minuto?
Uma equipa de investigadores do Departamento de Física da Nagoya University (Japão) interessou-se por este assunto. Publicou recentemente os resultados da sua pesquisa, dando conta de que os engarrafamentos são provocados pelo excesso de carros na estrada. Até aqui  não há grande surpresa, mas as conclusões vão mais longe.
Os cientistas puseram 22 condutores numa pista de 230 metros, a circular à velocidade de 30 km/h. O trânsito começou por ser fluído mas, mal a velocidade foi alterada por um dos veículos, logo o efeito da travagem atingiu os outros condutores como uma onda, dando origem a pequenas paragens.
Este estudo poderá contribuir para que, no futuro, se possa estimar com mais exactidão “o valor de densidade crítica” para cada estrada (ou seja, a partir do qual o trânsito poderá ficar instável). Este valor permitirá planear estradas mais adequadas à sua utilização e até, quem sabe, portagens que limitem a entrada de mais veículos, impedindo engarrafamentos.

Créditos da imagem: Ciência Hoje/Nagoya University

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sida
A cura para a sida pode estar no milho e outras plantas

Um conjunto de 39 grupos europeus de investigação financiados pela União Europeia conseguiu obter, a partir do milho, uma molécula capaz de actuar como anticorpo para o vírus da SIDA.
Recorrendo a técnicas da engenharia genética, os investigadores geraram, em sementes de milho, grandes quantidades da molécula 2G12, um dos anticorpos mais promissores para tratar esta doença.
Os cientistas afirmam ainda que este mesmo anticorpo pode ser obtido em sementes de outras plantas, o que torna este método de produção de moléculas muito promissor. Até agora eram utilizadas culturas de células de mamíferos que impediam a produção de um medicamento de baixo custo... Afinal, a solução pode estar no milho!


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sida

A Matemática e a eliminação da malária

A malária (ou paludismo) é uma doença grave, causada por um parasita transmitido ao Homem através de um mosquito. Esta doença mata todos os anos milhares de pessoas em todo o mundo e as tentativas para a erradicar nem sempre têm sido bem sucedidas.
Recentemente, uma equipa do Instituto Gulbenkian de Ciência, em Oeiras, em parceria com uma equipa do Quénia, desenvolveu um modelo matemático de transmissão da malária que permite definir com mais exactidão até que ponto se pode erradicar a malária nas diferentes regiões.
Este modelo teve em conta,  pela primeira vez, os casos de infecção assintomática, ou seja contou com todas as pessoas que desenvolveram imunidade à doença, mas que ainda são portadoras do parasita e, por isso, capazes de contagiar outras.
As conclusões deste trabalho poderão ajudar a definir estratégias mais eficazes para combater esta doença que atinge sobretudo os países mais pobres.

Imagem: Ute Frevert/ Margaret Shear

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Ambiente
Afinal todos nos preocupamos com o ambiente

Às vezes não parece, é um facto, mas segundo os resultados divulgados esta semana pelo Eurobarómetro (que faz sondagens entre os cidadãos europeus), os portugueses são dos povos que mais se dizem afectados pelos problemas ambientais.
Se a média na UE é de 78%, por terras portuguesas este número atinge os 89%, ou seja, nove em cada dez pessoas.
No topo das “dores de cabeça” com o ambiente, os portugueses apontam as alterações climáticas e referem a separação de resíduos para reciclagem como o contributo mais significativo que dão em prol do ambiente.

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Olhos

Quem foram os primeiros europeus?

Os cientistas não têm certezas, apenas algumas pistas. E esta semana, a revista Nature publica um artigo sobre a mais recente pista encontrada por investigadores espanhóis: numa gruta da Serra de Atapuerca, no norte de Espanha, foi descoberto um maxilar inferior humano, de data anterior àquela que se pensava corresponder à primeira presença de humanos no continente europeu.
Até agora, os achados encontrados nesta mesma região, situavam a presença humana na Europa desde há cerca de 800.000 anos. No entanto, os novos fósseis encontrados dizem-nos que o Homem terá ocupado a Europa mais cedo do que se pensava, ou seja há mais de um milhão de anos.
Os cientistas espanhóis confirmaram a idade deste fóssil, recorrendo a técnicas diversas, como “paleomagnetismo, bioestratigrafia e nuclidos cosmogénicos” (como se lê na revista Nature).  As técnicas de datação apontam datas muito próximas, dando ao maxilar a bonita idade de um milhão e duzentos mil anos!


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Mamutes
Já se conhecem os motivos da extinção dos mamutes

Um estudo coordenado por um cientista português veio confirmar o que todos já suspeitávamos. Os mamutes, esses gigantescos mamíferos muitas vezes confundidos com elefantes, extinguiram-se por duas razões: as alterações climáticas dos últimos 20.000 anos e, não menos importante, a convivência com essa espécie por vezes tão perigosa, chamada Homo sapiens sapiens.
Segundo o estudo publicado na revista científica "PLoS Biology", o aumento da temperatura da Terra destruiu, gradualmente, as vastas estepes frias onde viviam os mamutes, empurrando-os cada vez mais para as regiões do Árctico. Com as migrações humanas para Norte, não é difícil imaginar o que aconteceu a seguir: o Homem de então, pouco sensível às questões ambientais, terá caçado os últimos exemplares desta espécie, sendo responsável pela sua extinção final.


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Aviao

Primeiro avião movido a pilha de hidrogénio

A Boeing anunciou há poucos dias que realizou, com êxito, o primeiro voo da História, utilizando como propulsor uma pilha de hidrogénio.
Depois dos carros e autocarros, foi a vez desta pilha chegar aos aviões. E mesmo tratando-se, ainda, de um pequeno avião, de 16 metros de comprimento, e de a duração do voo ter sido de “apenas” 20 minutos, trata-se de um começo importante (e é destes começos que se faz a História da Ciência e da Tecnologia!).
Os especialistas afirmam que esta fonte de energia "poderá funcionar como fonte primária para um pequeno aparelho como este, e como sistema secundário num avião comercial".
Uma boa notícia para o planeta que, deste modo, poderá ver reduzidas as emissões de CO2, produzidas em grande quantidade quando viajamos de avião.
Foto: Boeing


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Antartida
O que andam os portugueses a fazer na Antártida?

Quatro cientistas portugueses integrados em equipas internacionais têm estado a trabalhar nas terras geladas da Antártida (no Pólo Sul): um professor de Ciências do Mar da Universidade do Algarve que participa numa expedição de Biologia Marítima, e três estudantes de Mestrado que estudam os impactos das alterações climáticas nos solos gelados.
Estes projectos de investigação fazem parte do Ano Polar Internacional, um programa científico e educativo criado com o propósito de averiguar a situação ambiental das regiões polares.

 

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