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Março
Marte

Planeta Marte finalmente em imagens 3D

Até agora ainda só conhecíamos Marte através de fotografias convencionais. Mas graças à Câmara de Alta Resolução da Sonda “Mars Express” tudo mudou.
A Agência Espacial Europeia (ESA) divulgou, pela primeira vez, imagens tridimensionais do planeta vermelho que permitem aos investigadores ficar a conhecer melhor a sua superfície. A imagem que aqui vês, proveniente da ESA, é da cratera Olympus Mons.


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Aviao

Primeiro avião movido a pilha de hidrogénio

A Boeing anunciou há poucos dias que realizou, com êxito, o primeiro voo da História, utilizando como propulsor uma pilha de hidrogénio.
Depois dos carros e autocarros, foi a vez desta pilha chegar aos aviões. E mesmo tratando-se, ainda, de um pequeno avião, de 16 metros de comprimento, e de a duração do voo ter sido de “apenas” 20 minutos, trata-se de um começo importante (e é destes começos que se faz a História da Ciência e da Tecnologia!).
Os especialistas afirmam que esta fonte de energia "poderá funcionar como fonte primária para um pequeno aparelho como este, e como sistema secundário num avião comercial".
Uma boa notícia para o planeta que, deste modo, poderá ver reduzidas as emissões de CO2, produzidas em grande quantidade quando viajamos de avião.
Foto: Boeing


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Dextre
Dextre, o robot espacial já entrou ao serviço

Chama-se Dextre e é um robot de origem canadiana que ajudará os astronautas nas tarefas de manutenção da Estação Espacial Internacional, estacionada na órbita terrestre a 400 quilómetros de altura.
A primeira parte do seu sistema tinha sido montada há já sete anos; esta semana foi concluída a terceira fase de montagem, permitindo as peças agora instaladas executar tarefas de grande precisão.
Dextre funciona totalmente por controlo remoto e pode ser operado a partir do planeta Terra ou da própria estação. Graças a ele, os astronautas já não terão que se deslocar tantas vezes ao exterior para dar assistência às muitas peças e componentes deste complexo equipamento.

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Diana
Aluna da UTAD ganha prémio da UNESCO

Chama-se Diana Carvalho, tem 20 anos e é aluna finalista do Curso de Comunicação e Multimédia da Universidade de Trás-os-Montes (UTAD).
Soubemos esta semana que foi ela a vencedora portuguesa do prémio da UNESCO relativo às celebrações do Ano Internacional do Planeta Terra.
Apesar de não ser da área de ciências, Diana venceu este concurso com um filme de sensibilização de três minutos que mistura desenhos com imagens reais, e que pretende ser um grito de alerta para as gerações mais novas.
Esta iniciativa da UNESCO tem como objectivo sensibilizar o mundo para o papel das Ciências da Terra na construção de um planeta mais seguro e saudável (foto: CiênciaHoje).

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Dino
Interessas-te por dinossauros?

Uma equipa de investigadores está a tentar perceber que tipo de plantas comeriam os dinossauros para conseguirem atingir os tamanhos gigantes que as próprias leis do reino animal dizem ser impossíveis.
Os cientistas criaram em laboratório uma espécie de estômago artificial, onde colocaram uma amostra de suco digestivo artificial e vários tipos de plantas e ervas. Algumas destas plantas, como a cavalinha ou o gingko, podem ter feito parte da dieta dos dinossauros porque já existiam há mais de 200 milhões de anos. Entre outras conclusões, os cientistas explicam o tamanho dos dinossauros pelo seu metabolismo muito lento.

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Esclerose
Cientistas conseguem curar esclerose múltipla em ratos

Uma equipa de cientistas norte-americanos conseguiu, pela primeira vez, curar a esclerose múltipla em ratos, ao criar um novo medicamento que estimula as chamadas células T, um tipo de glóbulos brancos que está relacionado com as doenças auto-imunes.
Como noutras doenças deste grupo, em que o sistema imunitário tem uma reacção desajustada provocando a destruição de células ou tecidos do organismo, a esclerose múltipla caracteriza-se pela destruição da mielina, a substância que protege os axónios (as terminações longas dos neurónios).
Em todo o mundo, esta doença afecta mais de um milhão de pessoas, sendo as mulheres jovens e de origem norte-europeia as mais afectadas.
Apesar de o avanço agora conseguido por esta equipa de cientistas, um medicamento para humanos está ainda longe de ser comercializado. Mas é já um começo!


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Gripe
Estará explicado o mistério de tantas gripes no Inverno?

Talvez já esteja explicado porque é que o vírus da gripe ataca mais nos meses frios: uma equipa de investigadores norte-americanos publicou um estudo na revista “Nature Chemical Biology” explicando que o vírus da gripe está envolto numa capa constituída por moléculas de gordura que, com o frio, solidifica e se torna mais dura. Com esta capa resistente, o vírus está mais protegido e consegue manter-se vivo fora do corpo humano, aumentando assim as hipóteses nos infectar.
Um outro cientista (especialista em virologia) já veio afirmar que este estudo não resolve totalmente o mistério das gripes, uma vez que as áreas tropicais (com temperaturas muito altas) são muitas vezes atingidas por surtos de gripe.
A prova de que, em Ciência, uma resposta gera sempre novas perguntas...

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Lagarto
Um penso cirúrgico inspirado... nos lagartos

Os cientistas do MIT (Massachusetts Institute of Technology) foram buscar inspiração aos gecos (uma família de lagartos) para criar um novo penso cirúrgico. A superfície deste novo penso é feita de uma borracha biológica que tem o mesmo tipo de microestruturas adesivas que permitem aos lagartos escalar superfícies verticais. Sobre esta microestrutura, os cientistas colocaram uma fina camada de cola (à base de açúcar), que permite que o penso adira a uma superfície molhada, podendo, assim, fixar-se aos órgãos que foram submetidos a tratamento.
A grande vantagem é que depois de uma operação, este penso não precisa de ser removido, uma vez que é biodegradável. Fantástico!

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Mamutes
Já se conhecem os motivos da extinção dos mamutes

Um estudo coordenado por um cientista português veio confirmar o que todos já suspeitávamos. Os mamutes, esses gigantescos mamíferos muitas vezes confundidos com elefantes, extinguiram-se por duas razões: as alterações climáticas dos últimos 20.000 anos e, não menos importante, a convivência com essa espécie por vezes tão perigosa, chamada Homo sapiens sapiens.
Segundo o estudo publicado na revista científica "PLoS Biology", o aumento da temperatura da Terra destruiu, gradualmente, as vastas estepes frias onde viviam os mamutes, empurrando-os cada vez mais para as regiões do Árctico. Com as migrações humanas para Norte, não é difícil imaginar o que aconteceu a seguir: o Homem de então, pouco sensível às questões ambientais, terá caçado os últimos exemplares desta espécie, sendo responsável pela sua extinção final.


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Material futuro
Sem dúvida, um material do futuro

E se a sola das tuas sapatilhas se estragasse... e se “auto-reparasse” logo de seguida? Em breve tal vai ser possível!
Uma equipa de cientistas franceses apresentou há poucos dias, na revista Nature, uma matéria elástica que depois de cortada é capaz de recuperar a sua forma e elasticidade, sem a ajuda de cola ou de qualquer outro material.
Esta substância quase mágica (não é magia, é ciência!) foi criada a partir de um ácido gordo de origem vegetal e é composta por pequenas moléculas que constroem uma espécie de rede supra molecular.
As aplicações deste novo material podem vir a ser as mais variadas, desde brinquedos, a peças de automóvel ou tecidos... e o mais incrível é que “o processo de ruptura e reparação pode ser repetido numerosas vezes”, segundo as palavras de um dos cientistas envolvidos.

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Material futuro
Identificada região do cérebro responsável pelo instinto maternal e paternal

De onde vem o instinto natural dos pais e das mães para protegerem os filhos? Do cérebro, claro...
Uma equipa de investigadores da Universidade de Oxford (Reino Unido) localizou uma área do cérebro, mesmo por cima dos olhos, que é activada quando um adulto vê uma criança, despertando nele a necessidade de a proteger.
Para chegarem a estas conclusões, os cientistas analisaram a actividade cerebral de um grupo de voluntários durante o visionamento de imagens, concluindo que, assim que surgiam imagens de crianças, se observava uma grande actividade nesta região cerebral.
Até agora, o instinto de protecção era explicado por várias teorias: uma delas, de Darwin, afirma que esta vontade de proteger os mais novos se desenvolveu à medida da evolução humana, para assegurar a continuidade da espécie... o que também tem a sua lógica!

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mp3

O MP3 faz 10 anos

Pois é… parece uma modernice, um aparelho acabado de inventar, mas a verdade é que já passaram 10 anos (sim 10!) desde que foi criado o primeiro leitor de MP3.
O formato de música comprimida MP3 foi criado nos inícios dos anos 90, mas o primeiro leitor comercializado surgiu apenas em Março de 98. Lá dentro cabiam 32 MB de memória Flash, o suficiente para armazenar pouco mais de meia dúzia de músicas gravadas a 128 Kb/s…
A prova de como tempo passa depressa e as tecnologias avançam.


Ilustração: Bernardo Carvalho

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Natacao

Novos recordes de natação com a ajuda da tecnologia

O que é que os novos recordes do mundo de natação conseguidos recentemente têm a ver com tecnologia? Tudo.
Por causa de um novo fato de banho usado pelos nadadores, já foram este ano batidos 12 novos recordes mundiais nas provas de natação.
Os novos modelos são mais leves, repelem a água e têm a capacidade de ajudar os nadadores a melhor flutuar dentro de água.
Apesar de terem sido autorizados pela Federação Internacional de Natação, os novos fatos de banho estão a causar polémica. É caso para perguntar: haverá um limite para a utilização de novas tecnologias aplicadas aos materiais e equipamentos desportivos? Como estabelecê-lo?
A discussão está instalada...

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Olhos

Quem foram os primeiros europeus?

Os cientistas não têm certezas, apenas algumas pistas. E esta semana, a revista Nature publica um artigo sobre a mais recente pista encontrada por investigadores espanhóis: numa gruta da Serra de Atapuerca, no norte de Espanha, foi descoberto um maxilar inferior humano, de data anterior àquela que se pensava corresponder à primeira presença de humanos no continente europeu.
Até agora, os achados encontrados nesta mesma região, situavam a presença humana na Europa desde há cerca de 800.000 anos. No entanto, os novos fósseis encontrados dizem-nos que o Homem terá ocupado a Europa mais cedo do que se pensava, ou seja há mais de um milhão de anos.
Os cientistas espanhóis confirmaram a idade deste fóssil, recorrendo a técnicas diversas, como “paleomagnetismo, bioestratigrafia e nuclidos cosmogénicos” (como se lê na revista Nature).  As técnicas de datação apontam datas muito próximas, dando ao maxilar a bonita idade de um milhão e duzentos mil anos!


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Olhos

Boas notícias para os olhos

A retinopatia diabética e a DMRI (degeneração macular relacionada com a idade) são duas das causas mais comuns de cegueira.
Um artigo publicado recentemente na revista “Nature Medicine” mostra como um grupo de cientistas fez importantes avanços no sentido de prevenir e curar estas doenças oculares.
Tudo aconteceu na Universidade de Utah (EUA), onde um grupo de cientistas simulou em ratos de laboratório ambas as doenças; depois “bastou” estimular, através de fármacos, uma proteína chamada Robo4 que se encontra nas células do sangue e os resultados não poderiam ser mais animadores: a proteína Robo4 conseguiu, não só, impedir a formação anormal de vasos sanguíneos, como estabilizar os já existentes. Boas notícias para os olhos, portanto.
Imagem: che, Czech Wikipedia

Imagem: Ute Frevert/ Margaret Shear

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Sementes
Inauguração do Banco Global de Sementes

Já lhe chamaram “Arca de Noé das sementes agrícolas” e a razão não é para menos. O Banco Global de Sementes de Svalbard, construído no interior de uma montanha gelada da ilha norueguesa com o mesmo nome, foi inaugurado com uma colecção inicial de 250 mil sementes, mas a sua capacidade é seis vezes superior.
Ao contrário de todos os outros bancos de sementes do mundo, o Banco de Svalbard não é regional ou nacional, mas sim global, e pretende ser uma memória universal dos dez mil anos de actividade humana agrícola.
Para além de memória, este banco facilitará o restabelecimento da agricultura do futuro em caso de uma catástrofe, e servirá, sobretudo, como um arquivo de segurança, permitindo, por exemplo, repor uma espécie em extinção no seu país de origem.

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sida
A cura para a sida pode estar no milho e outras plantas

Um conjunto de 39 grupos europeus de investigação financiados pela União Europeia conseguiu obter, a partir do milho, uma molécula capaz de actuar como anticorpo para o vírus da SIDA.
Recorrendo a técnicas da engenharia genética, os investigadores geraram, em sementes de milho, grandes quantidades da molécula 2G12, um dos anticorpos mais promissores para tratar esta doença.
Os cientistas afirmam ainda que este mesmo anticorpo pode ser obtido em sementes de outras plantas, o que torna este método de produção de moléculas muito promissor. Até agora eram utilizadas culturas de células de mamíferos que impediam a produção de um medicamento de baixo custo... Afinal, a solução pode estar no milho!


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sida

A Matemática e a eliminação da malária

A malária (ou paludismo) é uma doença grave, causada por um parasita transmitido ao Homem através de um mosquito. Esta doença mata todos os anos milhares de pessoas em todo o mundo e as tentativas para a erradicar nem sempre têm sido bem sucedidas.
Recentemente, uma equipa do Instituto Gulbenkian de Ciência, em Oeiras, em parceria com uma equipa do Quénia, desenvolveu um modelo matemático de transmissão da malária que permite definir com mais exactidão até que ponto se pode erradicar a malária nas diferentes regiões.
Este modelo teve em conta,  pela primeira vez, os casos de infecção assintomática, ou seja contou com todas as pessoas que desenvolveram imunidade à doença, mas que ainda são portadoras do parasita e, por isso, capazes de contagiar outras.
As conclusões deste trabalho poderão ajudar a definir estratégias mais eficazes para combater esta doença que atinge sobretudo os países mais pobres.

Imagem: Ute Frevert/ Margaret Shear

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transito
Como nascem as filas de trânsito?

 Já te deve ter acontecido, numa viagem de carro, formar-se uma fila enorme sem razão aparente. Serão obras na estrada mais adiante? Um acidente? Milhares de pessoas que saíram todas de casa no mesmo minuto?
Uma equipa de investigadores do Departamento de Física da Nagoya University (Japão) interessou-se por este assunto. Publicou recentemente os resultados da sua pesquisa, dando conta de que os engarrafamentos são provocados pelo excesso de carros na estrada. Até aqui  não há grande surpresa, mas as conclusões vão mais longe.
Os cientistas puseram 22 condutores numa pista de 230 metros, a circular à velocidade de 30 km/h. O trânsito começou por ser fluído mas, mal a velocidade foi alterada por um dos veículos, logo o efeito da travagem atingiu os outros condutores como uma onda, dando origem a pequenas paragens.
Este estudo poderá contribuir para que, no futuro, se possa estimar com mais exactidão “o valor de densidade crítica” para cada estrada (ou seja, a partir do qual o trânsito poderá ficar instável). Este valor permitirá planear estradas mais adequadas à sua utilização e até, quem sabe, portagens que limitem a entrada de mais veículos, impedindo engarrafamentos.

Créditos da imagem: Ciência Hoje/Nagoya University

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Cerebro
Vem aí a Semana do Cérebro

É verdade, o cérebro, guardião dos nossos pensamentos, memórias e raciocínios (dos mais básicos aos mais complicados...) também tem direito a uma semana de comemorações! A Semana Internacional do Cérebro vai decorrer entre 11 e 19 de Março, e irá servir para dar a conhecer os progressos feitos pela investigação científica nesta área.
Entre as iniciativas destacam-se: idas de especialistas às escolas do Ensino Básico, visitas de alunos do Secundário a laboratórios, debates, exposições, tertúlias.
Informa-te sobre o programa (e deixa-te de preguiças!). Olha que os neurónios pouco activos deixam de saber comunicar...


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